Solicitação foi feita há onze meses, após os atos de 8 de janeiro, mas não há registro de que material tenha sido entregue ao STF.

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) renovou, nesta segunda-feira (4), a solicitação para que a empresa Meta entregue o vídeo postado e posteriormente apagado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 10 de janeiro de 2023. O pedido, feito há onze meses após os atos de 8 de janeiro, busca garantir a integridade das informações relacionadas aos eventos e preservar as provas para a investigação em curso no Supremo Tribunal Federal (STF).

O coordenador do Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos (GCAA), Carlos Frederico Santos, reiterou a necessidade de cumprimento da obrigação, já determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso na Suprema Corte. Desta vez, a PGR enfatiza a urgência no cumprimento da ordem, concedendo um prazo de 48 horas para a entrega do material.

O pedido inicial de preservação do vídeo foi apresentado em 13 de janeiro, um dia após o recebimento de representação assinada por 80 membros do Ministério Público Federal (MPF). A solicitação visava investigar a possível responsabilidade do ex-presidente na publicação de um vídeo relacionado à alegada fraude no voto eletrônico durante as eleições.

Apesar das determinações judiciais emitidas em janeiro, o material ainda não foi juntado ao inquérito, levando o MPF a reiterar a solicitação em julho, sem resposta até o momento. Carlos Frederico destaca a importância do vídeo para a ação penal em potencial e requer, além dos pedidos anteriores, a imposição de multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da ordem. Este reforço na solicitação ressalta a relevância do material para o desenvolvimento adequado da investigação.

FONTE: Ministério Público Federal

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